Você já ouviu falar em "bioimpressão"?

Oi biologuínhos, tudo bem? Certamente você sabe que a tecnologia está avançando a cada dia e que a ciência também segue essa linha. Temos que agradecer que vivemos em uma época em que a ciência deu as mãos para a tecnologia e, dessa forma, avanços significativos vem surgindo.


A bioimpressão significa basicamente a impressão tridimensional de tecidos, visando uma maior qualidade de vida para aqueles que, por algum motivo, precisam de um transplante. Sabemos que, não somente no Brasil, mas como no mundo todo, o transplante de órgãos é um processo lento e muito complicado, tendo em vista que precisa haver uma compatibilidade entre o doador e o receptor e que, nem sempre, essa compatibilidade é encontrada facilmente.


Estudos promissores abordam que, aproximadamente, daqui 10 anos essa prática gerará órgãos 100% completos e funcionais, acelerando um processo que atualmente é extremamente complicado. Essas impressões são realizadas utilizando o biogel: um polímero gelatinoso formado por proteína, água e nutrientes que servirá para "alimentar" as células que serão retiradas do paciente e reprogramadas para formar o tecido desejado.


Além do possível futuro uso para reconstituição de partes do corpo, transplante de órgãos, as bioimpressões já estão sendo utilizadas para estudo de tumores, criando uma réplica do que é encontrado no paciente e facilitando o estudo do mesmo, inclusive sobre possíveis novos tratamentos.



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