Genética Clássica: Interações alélicas e não alélicas

Atualizado: Jul 7

As interações alélicas são aquelas que ocorrem num mesmo gene, sendo elas:


Dominância completa:

Ao cruzar indivíduos puros, obtemos 100% de indivíduos heterozigotos que ao serem autofecundados produzem seus descendentes numa proporção 3:1.


Dominância incompleta: a quantidade de enzima funcional produzida pelo alelo dominante é menor que a produzida na interação do tipo dominância completa, fazendo com que o fenótipo do heterozigoto seja intermediário em relação ao fenótipo dos homozigotos (podemos identificar qualquer genótipo por meio dos seus fenótipos);

Codominância: os dois alelos estão ativos na mesma proporção, ou seja, não há um que seja dominante sobre o outro;

Sobredominância: fenótipo maior que o parental de maior valor;

As interações não alélicas se dão em genes diferentes, sendo elas:


Epistasia: quando um alelo inibe outro de outro gene;

Alelismo múltiplo: um gene possui vários alelos (série alélica), gerando uma maior variabilidade genética. Para calcular o número de genótipos são utilizadas as seguintes fórmulas, em que m é a incógnita para o número de alelos:

Incompatibilidade em plantas:impede a autofecundação e o cruzamento entre indivíduos semelhantes, não produzindo descendentes.


Referência:

Aulas do Professor Ricardo Machado da Silva, Universidade de Taubaté (UNITAU).

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