Fisiologia Vegetal: Respiração Celular e Translocação de Solutos Orgânicos

Atualizado: Jul 14

RESPIRAÇÃO CELULAR

Quem realiza a respiração celular é a mitocôndria, em que, mais precisamente a glicólise ocorre no citosol e o Ciclo de Krebs/ Cadeia Transportadora de Elétrons/ Fosforilação oxidativa ocorrem diretamente na organela.

Para realizar o processo, a planta pode usar glicose, ácido graxo e até mesmo aminoácidos. A Cadeia Transportadora de Elétrons da planta é resistente a venenos respiratórios por apresentar enzimas transportadoras de elétrons adicionais.

Inicialmente, em uma planta jovem temos níveis altos de respiração celular, relacionado com o grande número de mitoses que ocorrem nessa fase. Ao decorrer da vida de um vegetal, ele mantém a respiração de manutenção e, ao final de sua vida, ocorre o climatério (aumento de taxa respiratória na fase de senescência);

Raiz: realiza muita respiração por estar em crescimento contínuo;

Caule: respira pouco;

Folha: respira bastante;

Fruto: alta taxa respiratória graças à mitose constante;

-Quociente respiratório: razão entre mols de CO2 liberados e mols de O2 consumidos na reação de respiração celular.

Nesse caso, teremos 6/6=1 açúcar respirado Resultado maior que 1: indica que foi utilizado um ácido orgânico (lipídeo) de cadeia curta (-16C); Resultado menor que 1: indica que foi utilizado um ácido orgânico de cadeia longa (16C ou mais);


TRANSLOCAÇÃO DE SOLUTOS


Xilema: transporta a seiva do xilema que possui menor concentração de açúcares, é um processo físico, passivo, ascendente (da raiz para as folhas) e as suas células são constituídas somente de parede celular;

Floema: transporta a seixa do floema que possui maior concentração de açúcares, é um processo ativo e multidirecional. Apresenta células crivadas (que apresentam poros e não possuem núcleo) e células companheiras (regula o metabolismo das células crivadas). Sempre ocorre o transporte de seiva da fonte para o dreno.

Anel de Malpighi: remoção do floema, interrompendo a passagem de açúcar e promovendo o acúmulo de substâncias na parte superior do caule;

Referências: Aulas da Professora de Fisiologia Vegetal da Universidade de Taubaté (UNITAU): Ana Almeida; Taiz, L.; Zeiger, E. Fisiologia vegetal. 5. ed., Artmed, 2013. 918 p.

0 visualização
Siga o Bertobio!
  • Facebook - White Circle
  • YouTube - White Circle
  • Instagram - White Circle

Nos encontre também no Instagram!

@biologiaparaavida
  • Instagram - White Circle
  • YouTube - Círculo Branco
  • Facebook - Círculo Branco