Doping sanguíneo: como funciona e quais os efeitos?

Oi biologuínhos, tudo bem?! No post de hoje falaremos de um assunto que nunca sai de "moda" e que já foi cobrado por muitos vestibulares, inclusive pelo ENEM: o doping sanguíneo.


Aproveitando que ano passado tivemos as olimpíadas e o assunto veio a tona novamente, resolvi trazer um post especialmente sobre o assunto. Chamado de doping sanguíneo, o processo se baseava, anos atrás, na transfusão sanguínea em atletas e, hoje, ocorre por meio da administração do hormônio eritropoietina que estimula o aumento da produção de hemácias no corpo do atleta e, consequentemente, aumenta o transporte de oxigênio pelo corpo, conferindo maior resistência e rendimento físico.


Sendo uma prática determinantemente proibida pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), o doping sanguíneo também apresenta prejuízos que podem afetar a saúde do atleta, diminuindo o ritmo cardíaco, alterando o fluxo sanguíneo e elevando consideravelmente os riscos de trombose venosa e tromboembolismo pulmonar.


Logo, não vale a pena colocar a saúde e a participação em risco, não levando em consideração todo o preparo e treino anterior que possibilitou a competição com outros atletas.


Referência:

Mundo Educação - O uso de eritropoietina e o doping sanguíneo.


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