Anemia

Oi biologuínhos, tudo bem?! No post de hoje falaremos sobre uma condição que ocorre com uma alta frequência, muitas vezes relacionada à alimentação ou com fatores genéticos, sendo ela a anemia. É uma deficiência que ocorre no sangue e, para isso, precisamos relembrar uns tópicos.


Nosso sangue é constituído, dentre diversos elementos, por hemácias, também denominadas como glóbulos vermelhos ou eritrócitos. Essa célula é responsável por transportar oxigênio proveniente das nossas trocas gasosas do pulmão para todas as células do corpo por meio de uma proteína chamada hemoglobina que utiliza o ferro para se ligar ao oxigênio e promover a distribuição do gás.


Pacientes com anemia apresentam uma deficiência na quantidade de hemoglobina, qualidade ou, até mesmo, no ferro e em outros fatores relacionados, isto é, o oxigênio não é transportado de forma eficiente para todo o corpo, causando alguns sintomas característicos, como cansaço, falta de apetite, palidez, tontura, falta de ar, coração acelerado, dores de cabeça, mãos e pés frios, entre outros.


A anemia pode se apresentar de várias formas, como por exemplo por deficiência de ferro, representando o maior número de casos, causada por má alimentação ou hemorragias intensas, tal como por doenças parasitárias, principalmente verminoses intestinais. Seu tratamento pode variar desde uma mudança na alimentação até mesmo à transfusão sanguínea.


Outro tipo de anemia é a megaloblástica que resulta na deficiência de vitamina B12 ou ácido fólico, geralmente proveniente de uma alimentação não adequada ou de problemas na absorção de nutrientes. O tratamento é realizado por medicamentos, seguindo uma prescrição médica.


Outro tipo conhecido é a anemia falciforme, caso em que as hemácias adquirem um formato de foice, sendo uma condição hereditária. Com tal formato, a oxigenação adequada dos tecidos não ocorre, além de serem mais sensíveis e, muitas vezes, se rompem antes do tempo (uma hemácia normal dura, em média, 120 dias em nosso organismo). Como é uma condição genética, o tratamento percorre toda a vida do paciente, que pode incluir transfusões sanguíneas e, até mesmo, em casos graves, o transplante de medula óssea.


Por fim, temos outro tipo de anemia hereditária, conhecida como talassemia, em que há uma falha na síntese de uma ou mais cadeias que formam a hemoglobina e, novamente, o tratamento varia de acordo com a gravidade do caso, podendo contar com transfusões sanguíneas.


Referência:

Brasil Escola - Anemia

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