Água-viva queima?

Oi biologuínhos, tudo bem? O post de hoje é um dos que eu mais gosto de falar sobre e um dos que mais me traz nostalgia dos anos iniciais da faculdade de Biologia. Primeiramente, queria deixar claro que esse post só existe graças ao professor de Zoologia dos Invertebrados Inferiores, Valter José Cobo.


Quem nunca ouviu uma pessoa relatando uma queimadura de água-viva quando foi ao litoral nas férias? Mas você, como estudante super atento, a partir desse momento vai aprender e corrigir essas pessoas.


A primeira coisa que precisamos entender é o motivo pelo qual as pessoas relatam uma "queimadura" sendo que não estão lidando com fogo, e sim com um ser vivo. Basicamente, a reação que a Água-viva, mais precisamente, as toxinas dos cnidócitos provocam ao entrar em contato com nossa pele é uma do tipo exotérmica: que libera calor. Logo, essa sensação de liberação de calor (fazendo a pele "queimar", arder, e ficar quente ao toque) nos leva ao erro ao afirmar que esses seres vivos queimam, sendo que na realidade eles nos intoxicam.


Agora que você já sabe que elas não queimam, para sempre relembrar, coloque em sua cabeça: a única coisa que queima é fogo! :)

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